23 de novembro de 2009

I heart NY

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Sonhar não custa nada, mas realizar sonhos pode custar muito!

De qualquer maneira, quero inaugurar hoje a minha lista oficial das coisas que quero fazer quando iniciar minha jornada em Nova York. Ela pode acontecer ano que vem, pode demorar um pouco mais que isso (espero que o mundo não acabe em 2012), mas de qualquer maneira de uma coisa eu sei: essa lista vai ser muito útil! Não quero esquecer nenhum detalhe!

Ah! E eu espero pode compartilhar por aqui a realização de cada item. Quem sabe depois não compram os direitos e fazem um filme disso tudo? #profecianoar

Vamos lá:
* As coisas não estão na ordem de prioridade
** A lista está em constante construção

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19 de novembro de 2009

Como uma onda no mar

Este é um daqueles post que primeiro nasceu no twitter para depois se expandir:

@istand: Discipular é como uma onda: todos vivem seus altos e baixos mas, precisam de alguém para encontrar o equilíbrio.

Discipular é influenciar pessoas, é enxergar e desenvolver aquilo que talvez ela não é capaz de enxergar. É criar um legado que talvez venha ser até maior que o seu.

E discipular também é um ciclo. Você cuida hoje de pessoas que possuem inúmeras necessidades, que lidam com problemas diferentes e que necessitam de soluções diferentes. E aí, chega o amanhã e o ciclo recomeça. O lance não são as pessoas que tem problemas, mas nós que que fomos chamados para resolvê-los.

Imagine uma onda. Ela percorre vários ciclos - possui tempos de calmaria, de transparência, de tempestades, de ondas gigantes e águas esfumaçadas... Não há como ter apenas a calmaria, as tempestades são necessárias e às vezes elas trazem muita sujeira. Sendo assim, buscamos o equilíbrio. Como discipuladores vivemos tanto os momentos altos quanto os baixos - passamos por isso juntos. Ajudamos, cuidamos e lutamos pelo equilíbrio de hoje sabendo que uma tempestade pode chegar amanhã.

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17 de novembro de 2009

Um quase nada

Graças a uma dica do @silasklein no Twitter eu encontrei os trabalhos de um cara chamado ALBERT EXERGIAN que criou uma série de posters minimalistas de várias séries de tv. É interessante como um quase nada te faz lembrar na hora de uma série.

Abaixo, segue alguns desses trabalhos onde confesso que os que mais tive dificuldade em identificar a ligação foi Simpsons e Friends. Aceito ajuda!

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12 de novembro de 2009

Se não parte seu coração não é amor

Aproveitando o horário de almoço resolvi reler o capítulo 19 do livro do discípulo amado, João. Neste capítulo mais uma vez a crucificação de Jesus é abordada, só que dessa vez em 37 versículos. Um relato tecnicamente curto para um momento que transcedeu seu tempo.

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É impossível ler essas palavras e não ter uma reprise do filme "A paixão de Cristo" em mente, ainda assim, um momento específico me chamou a atenção. Quer dizer, dois: quando Pilatos entrega Jesus para ser crucificado e quando uma lança atravessa seu corpo logo após ter dado o último suspiro e dali flui sangue.

Neste instante me veio a mente um trecho da música "Yet" do Swtichfoot (prometo que parei de falar deles):

"Se não parte seu coração não é amor.
Se não parte seu coração não é suficiente.
É quando ele é partido que o amor de verdade é liberado."

De alguma forma (ou várias formas) nós já partimos seu coração: seja com nosso orgulho, nossos erros, nossa culpa... Todos já o decepcionamos, mas nada se compara ao que ele viveu naquele dia: o dia de sua crucificação. Imagine ver o Deus homem diante da humanidade sendo humilhado com coroa de espinhos, açoites, maldições... Ele não merecia nada daquilo. Aquele lugar era nosso. Ele não merecia suportar tudo aquilo (que era mais do que seu corpo poderia). Ainda assim, ele escolheu passar por isso. Ele es-co-lheu!

Naquele dia o seu coração foi partido.
Naquele dia a humanidade o rejeitou.
Naquele dia fluiu de seu interior muito mais que sangue.
Naquele dia o amor de verdade foi liberado...

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16

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11 de novembro de 2009

Switchfoot não é um ministério de louvor (ainda bem)

Então os brasileiros conheceram GLEE, eu ganhei convites pro #novoorkut, todo mundo viu que não presta e agora eu também estou no Google Wave e nem sei (e nem faço idéia) de como usar aquilo. Ah! E ontem ainda teve o grande apagão do ano que eu perdi porque estava dormindo.

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Seja bem vindo ao post que visa tirar o pó desse blog que parece (mas nunca foi) jogado ao relento.

Switchfoot is back!

A banda pela qual eu mais babo ovo lançou ontem o cd "Hello Hurricane" (que chega no Brasil em 2012). O novo cd mostra claramente o quanto eles investiram neste novo trabalho, o quanto eles foram detalhistas no arranjo de cada música e o quanto cada uma delas representa. Não espere um reboot do Switchfoot, espere os mesmos caras, com o mesmo estilo que ao invés de crescerem para cima (mudando o estilo) decidiram (sabiamente) crescer para os lados revelando ainda mais inspiração e criatividade.

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E o melhor de tudo: Switchfoot não é um ministério de louvor! Graças a Deus!

Ao invés de se unirem a essa tag eles investem pesado na carreira secular como meio de brilhar e levar uma mensagem que transcede barreiras e revela um amor divino. Para isso, basta ouvir as músicas de "Hello Hurricane". No início eles até tocavam em Igrejas, mas pararam por aí quando as pessoas começaram a rotulá-los como uma banda cristã. Esse não era o alvo.

E será que eles conseguem fazer isso? Será que eles conseguem ser luz?

Ontem eu ouvi uma entrevista deles lançando o novo cd em sua cidade natal, San Diego, numa rádio secular e embora não tenham mencionado religião ou feito algum tipo de oração, eles foram surpreendidos com um testemunho vindo do locutor, Mark:

"Durante anos eu tentei me manter sóbrio, me livrar do alcoolismo e isso era algo muito difícil, era uma luta diária que consegui superar com a música "Dare you to move". De alguma forma a letra representava exatamente aquilo que eu vivia e cada vez que escutava me sentia fortalecido a continuar nesse processo para me manter sóbrio. Muito obrigado pela música de vocês, ela me libertou do alcoolismo!"

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Os caras do Switchfoot ficaram emocionados diante dessa história e aposto que ela não foi a primeira e está longe de ser a última que eles ouviram nessa jornada. Afinal, é para isso que eles estão aqui:

"Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus" (Mateus 5:16)

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28 de outubro de 2009

Então, você não quer mais ir a Igreja?

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Eu andei comentando sobre o livro em alguns posts por aqui mas, depois de terminar a leitura na última sexta se tornou necessário escrever algo mais conclusivo. Antes de qualquer coisa, se você ainda não sabe do que tô falando dá uma lida no resumo do livro clicando aqui.

Então, você não quer mais ir a Igreja?

Essa era uma pergunta ou um pensamento que todos que em algum momento me viram perambulando pela igreja nos últimos meses fizeram. Pelo título temos a idéia (errada) de que este é um livro para rebeldes, para aqueles que acham que farão uma revolução destruindo a Igreja. Eu confesso que eu também esperava bem lá no fundo encontrar algo do tipo, mas ao invés me deparei com uma jornada muito parecida com a minha e talvez também com a sua.

Sabe quando nos envolvemos em tantas atividades na Igreja que perdemos a razão delas? Quando passamos por decepções e dificuldades que nos levam a desistir? Esses momentos acontecem quando perdemos o foco e nos apegamos as obras nos esquecendo da relação com o Pai. E foi exatamente isso que Jacke Colsen viveu durante os 4 anos que se encontrou com João (seja lá quem ele de fato era).

Jacke sofreu uma grande transformação em todos aspectos de sua vida (emocional, financeira, familiar, etc), pensou que a solução seria destruir a instituição e, por fim, descobriu que devemos transformá-la baseado no nosso dia a dia com Jesus.

Enquanto em A Cabana notamos a falta da comunhão entre as pessoas para se ter um relacionamento divino, em Por que você não quer mais ir a Igreja? descobrimos o quanto ele é essencial.

- Acesse o site nacional do livro

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21 de outubro de 2009

Jornadas com o Messias

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Qual seria a relevância da mensagem de Jesus nos dias de hoje?

Bem, parece que o renomado fotógrado de moda, Michael Belk, se dispôs a retratar isso com muita criatividade e excelência resultando numa série de fotografias chamada "Jornadas com o Messias".

Michael reuniu 33 passagens conhecidas da Bíblia para retratá-las dentro do contexto atual que vivemos resultando em 33 experiências que irão nos perimitir mergulhar mais a fundo naquilo que Jesus vem nos ensinando desde os primórdios, mas que de alguma forma temos dificuldades em entender. Em geral, tudo se resume numa palavra: GRAÇA.

Abaixo, eu separei a que mais me marcou e ainda trago a explicação de Michael acerca de sua criação:

"Descanso para o cansado"

Dê um tempo dos fardos da vida. Estou escrevendo isso em março de 2009 enquanto o mundo está dentro de um grande colapso econômico. Fortunas foram perdidas, economias se esvairam e as necessidades básicas se tornaram uma luta para muitos.

É em tempos como esse que eu trago a memória a simplicidade da infância e da segurança nos braços do pai. A verdade é que nós damos muita importância para problemas, que no final, não trarão consequência alguma. Você já ouviu de um homem que no seu leito de morte pediu para que você visse seu portifolio mais uma vez? Será que o tempo que nós gastamos nos preocupando seria melhor do que gastá-lo em silêncio buscando um relacionamento com aquele que criou tudo isso e ainda promete muito mais?

Jesus disse que nós não devemos andar preocupados, mas que devemos buscar primeiro o seu reino que então seu pai, generosamente, cuidaria das nossas necessidades. Ele convidou todos os cansados e sobrecarregados para alcançar descanso nele.

Talvez, nós devemos dar um chance.
Mateus 11:28


Alguém duvida que essa imagem expressa perfeitamente o que você acabou de ler?
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Confira toda galeria clicando aqui.

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20 de outubro de 2009

Eu não assisto tv brasileira, assisto tv americana

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Na Igreja, há algumas semanas, resolveram fazer uma campanha para assistir menos televisão e o pastor pediu para os adeptos levantarem as mãos. Foi nessa hora que dei uma pequena risada e pensei: Ok, posso ficar tranquilo. Há meses que eu não sei o que é sentar na frente de uma tv.

E não sei mesmo! Notícias? Acompanho via internet. Novelas e programas? Tô fora. Filmes? Alugo uns de vez em quando ou vou ao cinema. Séries? Direto no meu computador.

Às vezes me perguntam o que ando assistindo e lanço um monte de palavras (Glee, Modern Family, Flashforward) que fazem qualquer um se arrepender de ter me perguntado. Diante disso, chego a consclusão que não assisto tv brasileira, assisto tv americana. Me pergunte o nome da novela das 8 que não faço idéia, mas me pergunte quem entrou para a nova temporada de 24 Horas, o que eu achei da nova campanha de divulgação para V ou a audiência das séries na semana passada que eu sei perfeitamente.

Se você é um pouco como eu (bem bizarro, né?), abaixo segue a lista e uns comentários do que tenho assistido dessa nova temporada:

Glee: eu tenho vergonha de admitir, me sinto um adolescentizinho de 14 anos e tal, mas ser loser é bacana e não perco meu gleetime semanal por nada. Assisto aos episódios 24 horas após a tv americana e na mesma hora já faço download das músicas que tocaram.

Modern Family: a melhor comédia do ano (até agora). Não é nada do tipo Old Christine (comédia americana tradicional) e as piadas são do tipo que dias depois ainda te fazem rir.

Cougartown: nem é tão bacana, mas tem a Courtney Cox (a Mônica de FRIENDS) logo, me sinto obrigado a gostar de cada episódio e aguardar pelo próximo. Fora isso, as atrizes do elenco são diversão (quase) garantida: Busy Philipps (As Branquelas) e Christa Miller-Lawrence (SCRUBS).

Flashforward: eu apostei todas minhas fichas, assisti 3 episódios até agora e a série tá meio morna. Os cliffhangers são ótimos, mas nem só disso vive uma série. Ela pode ter uma temporada fenomenal e terminar como HEROES (espero que não). Vamos aguardar!

FRINGE: não é nenhuma estréia, mas vale comentar. A nova temporada tá bem melhor agora que já entendemos melhor a história e temos todo um background dos personagens. Tudo passou a fazer mais "sentido", no entanto, a audiência anda deslizando bastante.

Fora essas estréias, estou acompanhando também: Greys Anatomy, Private Practice, Bones, 30 Rock, How I Met Your Mother, Scrubs, LOST, The Big Bang Theory e Nurse Jackie.

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19 de outubro de 2009

O movimento "Odeio festa de crente" continua!

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Há mais de um ano, no meu antigo blog, eu iniciei um movimento chamado "Odeio festa de crente" e mesmo após esses 12 meses continuo recebendo comentários de adeptos a essa nova filosofia de vida. Pensando nisso, resolvi re-publicar o post por aqui e ainda dar um destaque gracioso para alguma parente da Cleycianne que tão belamente se expressou contrária ao movimento.

Ok. Cheguei à minha cota, ao meu limite.
Vai ter festa de crente? Vou pensar duas vezes antes de ir.

É sempre a mesma coisa: os convidados (e vários penetras) chegam à festa para abençoar a irmãzinha (e por abençoar entenda comer muito) e aí acontece o louvor com a tradicional música – Por tudo o que tens feito... Por tudo que vais fazer... Te agradeço meu Senhoooooor...

O cronograma geralmente não muda e tem sempre o momento “Vou deixar um versículo para você meditar”. Pra você ter idéia, nas festas mais recentes que fui a festa mais parecia um culto com tudo o que tem direito (às vezes até apelo). Em algumas, o momento da palavra e oração durou quase uma hora!

O que aconteceu com aquelas festas onde havia diversão, bate papo, música boa... Tudo bem descontraído? Não é porque é festa de crente que tem que ser tão igrejês. Poxa, vamos nos divertir, rir, dançar e separar um tempo para orar junto de uma forma que não faça ninguém dormir.

Junte-se a causa!

[atuzaliação do post]
Este post é dedicado a todos aqueles que não ainda não tiveram a oportunidade de conhecer uma boa festa de crente como tenho desfrutado aqui na minha igreja. Por aqui festa de crente tem sim muita música, pista de dança, comida boa e momento de comunhão entre a galera. Vale a pena! Falou em festa, tô dentro!

Comentário da Carolina Luísa (sem correções):
oi, eu sou crente. Vou fazer minha festa mês qe vem e te afirmo qe voc pode curtir a sua vida a qualquer momento e não precisa ser no seu aniversário. O primeiro a qem voc deve agradecer é a Deus qe te deu 15 anos de vida, o culto é totalmente correto, é para mostrar a sua gratidão a Deus, ta qe nao tenqe ser uma coisa de 2 horas, mas tenqe ser sim. Nós crentes nao temos qe nos adaptar ao mundo, mas o mundo qe tenqe se adaptar a gente! Não tem dessa de colocar funk pqe todo mundo dança ou eletrônica pqe todo mundo qer, voc tenqe pensar o qe vai agradar a Deus e nao aos seus convidados!

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