10 de fevereiro de 2010

AXN e seu epic fail

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Eu até que tentei assistir LOST pelo AXN da melhor maneira possível: spoilerfree. No entanto, a anciedade venceu e eu acabei assistindo a estréia na semana passada da maneira já tradicional: downloadeando. Ainda assim, eu encontrei vários amigos que estavam se corroendo de curiosidade para acompanhar a estréia nacional na noite de ontem.

De qualquer forma, foi notável a admiração que o AXN ganhou dos internautas e blogueiros de plantão por ter anunciado a exibição de LOST com apenas uma semana de atraso em comparação com os EUA. E olha que o AXN não economizou na divulgação desse feito quase histórico.

Mas... A vida é uma caixinha de surpresas né minha gente? Depois de tudo isso o AXN pagou o maior fail ever na exibição de LOST mostrando que a nossa querida tv a cabo ainda está longe de ser aquilo que merecemos:

- A primeira parte foi exibida com português de Portugal (”aeromoça” virou “pilota”; “lugar” virou “sítio”; “banheiro” virou “casa de banho” e por aí vai).

- Os comerciais foram mais extensos do que nunca!

- A sincronia da legenda estava, me perdoe a piada sem graça, totalmente perdida.

- A legenda não durava nem 1 segundo na tela.

- Cortaram cenas importantes.

... e o maior feito do canal: LOST só volta a ser exibido no dia 23 de fevereiro.

Tem noção do que é isso? Eles se promoveram tanto por uma estréia antecipada e o próximo episódio já será exibido com 2 semanas de atraso! É... ainda bem que eu não fiquei tão esperançoso com essa estratégia. Detalhe: enquanto eles levaram 1 semana para traduzir porcamente os diálogos, a maioria dos sites de legenda fizeram isso com excelência em algumas horas.

... e lá vou eu baixar o episódio de ontem (dos EUA).

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7 de fevereiro de 2010

Lição #1: Chega de aceitar a Jesus



Janeiro foi um mês diferente de todos os outros da minha vida: passei 30 dias fora de casa com o Projeto Diga ao Mundo na Estrada percorrendo 13 Igrejas, 10 cidades e 6 estados do Brasil realizando impactos evangelísticos. Com isso, acredito que pude aprender um pouco da realidade da Igreja Brasileira nos dias de hoje e, portanto, quero compartilhar com vocês as lições que aprendi e que provavelmente serão úteis para você (se é que você deseja fazer algo a respeito disso).

Cada lição estará sempre com a tag “Igreja fora da caixa” e será também inspirada nos capítulos do livro REFORMISSÃO do pastor Mark Driscoll (Igreja Mars Hill de Seattle) que também tenho lido.



Lição #1: CHEGA DE ACEITAR A JESUS
*ao som de Your love is a song, Switchfoot*

Ainda me lembro do dia em que aceitei a Jesus (ou pelo menos achava que estava fazendo). Eu estava num culto de idosos que acontecia no fim da tarde na minha Igreja porque eu queria a noite livre pra ir pra balada. Minha mãe meio que me empurrou com uma amiga para caminhar pelo templo timidamente ouvindo suspiros e o bater de palmas de pessoas bizarras que eu nunca havia visto. É... naquele dia eu aceitei a Jesus mas, a mudança de vida só veio meses depois.

Esse costume é muito facinante pra mim, é o meu momento favorito num culto: ver o olhar cheio de lágrimas de algumas pessoas que decidem mudar de vida. No entanto, preciso admitir que não é um costume infálivel - a verdade é que talvez a maioria faça isso sem sequer saber o que está fazendo.

Acho que foi por isso que durante esses dias de viagem não fizemos quase nenhum "apelo" nesse sentido. Sempre oramos pelas pessoas, falamos sobre essa nova vida mas, nos preocupamos primeiro em conhecê-las, ouvi-las. E eu tenho certeza que Jesus também faria isso.

Nós, como Igreja, somente "contabilizamos" as salvações baseado nos números de pessoas que levantam as mãos ou que vão a frente do púlpito. Parece que temos a incubência de carregar as pessoas para um culto para que somente assim elas conheçam o Evangelho e sinceramente? Nos dias de hoje precisamos reformular os meios sem mudar a mensagem (o Evangelho).

Se você esperar até que seu amigo entre na sua Igreja para que ele se torne um cristão você provavelmente irá perdê-lo no meio da caminho. Nesses dias de viagem entendi que não devemos esperar que isso aconteça, pelo contrário, precisamos levar a Igreja até essas pessoas.

Aceitar a Jesus é mais, muito mais do que um ato de levantar as mãos, é o início de um relacionamento! De que adianta aceitar a Jesus com os nossos métodos se ele não sabe que Jesus é esse?

Abaixo tem uma comparação muito interessante feita pelo Mark Driscoll em seu livro comparando a forma que costumamos apresentar Jesus e a forma como deveríamos fazer hoje:

Apresentação evangelística padrão:
1. Creia em Jesus e depois faça parte de uma Igreja.
Envangelismo participativo reformissional:
1. Faça parte de uma Igreja e depois creia em Jesus.

Padrão:
2. Apresentamos o Evangelho.
Reformissional:
2. Construimos uma amizade genuína e espiritual entre o cristão e não cristão.

Padrão:
3. Quem ouve é chamado para aceitar a Jesus.
Reformissional:
3. O não cristão observa o que é uma fé autêntica e um ministério abertamente e participa dele.

Padrão:
4. Se uma decisão de fé é tomada, a pessoa é aceita na Igreja.
Reformissional:
4. O Evangelho está presente naturalmente nas palavras e atos dentro da amizade.

Padrão:
5. Só então a amizade com a pessoa começa.
Reformissional:
5. A conversão do não cristão a Jesus segue-se a sua conversão às amizades cristãs e a Igreja.

Padrão:
6. O convertido é retirado de sua cultura e preparado para o ministério.
Reformissional:
6. A Igreja celebra a conversão de seus amigos.

Ah! E não pense que estou apenas falando de uma nova estratégia emergente! Estou falando de algo que tenho vivido. Hoje mesmo me relaciono com vários cristãos que tiveram a vida trasnformada por Jesus mas, que nunca levantaram a mão para aceitá-lo. Essa decisão foi feita durante o período em que nos relacionamos e não levou apenas um instante, foi o fruto de uma longa jornada.


Talvez, a história do Gustavo seja um bom exemplo.

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6 de fevereiro de 2010

Um daqueles caras que tem moral

Don Miller é um daqueles caras que tem moral comigo. Do tipo que consegue me entender, explodir meus pensamentos e ainda me faz babar um ovo danado com meus amigos mais relevantes. Dessa vez, graças ao bom e velho Thiago Bonfim estou lendo Searching God Knows What (tenho medo do nome que o livro terá quando vier pro Brasil) importado e preciso confessar que não ter que ler Don dublado é uma experiência muito melhor.

No livro ele basicamente usa toda sua criatividade e liberdade para pensar de inúmeras formas acerca do início de tudo: Adão e Eva. E, a partir daí, somos levados a entender um pouco das nossas necessidades mais básicas e primárias: aceitação, relacionamento,comparação, disputa... Tudo começou com Adão e Eva e continua nos influenciando até hoje.

Acho que já li os oito primeiros capítulos e a primeira vez que parei pra escrever um pouco do fruto dos pensamentos que tenho tido você pode conferir no post anterior.

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Nem todo enfeite do mundo seria capaz de ocultar nossa feiúra



*Ao som de The Classic Crime*

Você já se sentiu como talvez não desse conta de tudo? Como se talvez exigissem mais de você do que você é capaz de oferecer?

Às vezes as expectativas são maiores do que o lance realmente é. Às vezes somos envoltos como um grande presente que jamais irá decepcionar a quem o abrir. Mas, quem nunca se decepcionou ao ganhar um presente nonsense dentro de uma linda caixa?

Decepções. Não há como evitá-las. Na verdade, elas estão presentes em todas as áreas da nossa vida porque simplesmente achamos que tudo é mais do que realmente é. Nós gostamos de fazer assim: enfeitar as coisas, deixá-las mais apresentáveis e aceitáveis até que alguém perceba que todo enfeite do mundo não foi suficiente.

Às vezes falta aceita a vida como ela é e lutar por ela. Às vezes falta nos aceitar como somos – sem toda essa embalagem de expectativas. A verdade é que encontraremos muita coisa ruim... Mas, pelo menos teremos a essência a partir da qual poderemos trabalhar.

Nenhum homem nascerá pronto ou livre de decepções. Sempre lutaremos contra nossos instintos e contra toda nossa feiúra que deseja se sobrepor. Mas, pelo menos temos alguém que consegue nos enxergar como somos e ainda assim lutar para transformar nosso interior ao invés de nos envolver num bonito papel marchê.

... e eu não sei o que faria sem Ele.

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23 de dezembro de 2009

My Personal Golden Prime Christmas Maraton

Enquanto eu me preparo para a minha PGPCM de 2009 que inclui episódios natalinos de Grey´s Anatomy, Modern Family, The OC e Doug Funnie, deixo para você um post especial de Natal (depois daquele que eu já tinha deixado) para alegrar o seu dia pré ou pós natalício (?).

The Phoebe Buffay Christmas Song

I went to the store sat on Santa’s lap.
I asked him to bring my friends all kinds of crap.
He said all you need is to write them a song,
Now you haven’t heard it yet, so don’t try to sing along.
So don’t sing along.

Monica, Monica, have a happy Hanukkah,
I saw Santa Claus, he said “Hello” to Ross.
And please tell Joey, Christmas will be snowy.
And Rachel and chandler…(mumbles)…handler!!


Vídeo:

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As 5 melhores apresentações do New Directions

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(Ainda) na onda das listas de fim de ano resolvi selecionar as 5 melhores apresentações dentre as 37 realizadas pela galera do New Directions em Glee nestes 13 episódios iniciais analisando toda a criatividade investida. Confira!

5. Bust your windows

O "clipe" é mega clichê (garota cantando e dançando em seus sonhos absurdos) mas, nos revelou todo potencial interpretativo da garota que não se considera uma Kelly Rowland, mas almeja ser Beyoncé: Mercedes. Ela cantando com as cheers no back dançando no auditório com um carrão ficou grudado na minha memória.

4. Maybe this time

Kristin Chenoweth é dona de um dom para cantar e interpretar de uma forma tão nervosa e cheia de sentimentos que se misturam com altos e baixos num único tom. Assistir ela cantando esse clássico (que eu não sabia que era um clássico) te deixa de boca aberta.

3. Somebody to love

Quando assisti pela primeira vez eu pensei que essa seria a nova Don´t Stop Believing com uma música chiclete e uma sintonia perfeita do grupo.

2. Proud Mary

Eu não esperava por essa! Uma coreografia tão bem marcada e criativa usando... CADEIRAS DE RODAS! A apresentação foi a melhor do grupo em todos os sentidos e ainda teve um pouco de cada um tendo seu momento solo.

1. Don´t Stop Believing

A apresentação nem é toda essa geniosidade, não tem uma coreografia marcante ou criativa mas... Só bastou ela para nos cativar, nos fazer assistir inúmeras vezes e ainda ficar cantarolando pelo resto do ano. Parte do grande sucesso da série se deu a partir dela!  


And yes, I´m a gleek!

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18 de dezembro de 2009

Respostas que às vezes nem eu mesmo tenho.

Às vezes passamos tanto tempo falando DE Jesus que nos esquecemos completamente de falar COM Jesus. E sim, isso faz toda diferença!

Liderar pessoas, discipular, tomar decisões que influenciam outras decisões... São tantos problemas para se resolver ao decorrer de um único dia que nos vemos como pessoas que precisam ser (ou ter) uma resposta de Deus a todo o momento. E ainda há certa pressão em tudo isso e a certeza de que algo precisa ser feito através de alguém que é você.

Nessas horas eu percebo o tempo que passo falando de Jesus ao invés de falar com ele. Nós aconselhamos, direcionamos, cuidamos, mas... Quem é que cuida da gente? Quem é que vai nos perguntar como é que estamos? E o principal: quem é que vai nos dizer que as coisas não vão tão bem quanto pensávamos?

Eu definitivamente não estou aqui para te dar respostas que às vezes nem eu mesmo tenho. Tudo que posso fazer é te fazer PENSAR, é trazer QUESTIONAMENTOS que te levem a descobrir coisas novas e que abram a sua mente... Que te tirem da caixa.

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Os melhores (e piores) clipes de 2009 - parte 2

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E aí? Já leu a primeira parte dos comentários dos melhores (e piores) clipes do ano?

Beleza. Depois de falar dos 12 primeiros, vamos fechar a lista com os 14 últimos que eu acabei de assistir. Prepare-se para comentários bem ácidos!

1. Firefly (Jimmy Needham)

Nunca tinha ouvido falar nele mas, o clipe já merece estar na lista porque é o único que não fala sobre religião ou Deus... Então, ele acaba se destacando mesmo. É sobre um romance meio cômico entre um cara meio geek e uma garota. Cute cute para as meninas.

2. The Motions (Matthew West)

Eu acompanhei um pouco do drama do Mathew pela Air 1. O cara enfrentou um problema de saúde que o fez, durante meses, perder a voz sem saber se teria recuperação. O cara registrou esses momentos e fez um mix entre imagens do show e de sua recuperação.

3. Speaking Louder Than Before (Jeremy Camp)

O clipe do Jeremy tá parecendo um clipe do Jeremy. Segue a mesma linha dos outros, é bem feito e tal mas no final é só mediano.

4. East To West (Casting Crowns)
* Não encontrei o clipe original na internet

Eu já disse: clipezinho que é retirado do DVD dos caras sem acréscimo nenhum é meio nulo pra mim.

5. I Will Rise (Chris Tomlin)

Eu já disse: clipezinho que é retirado do DVD dos caras sem acréscimo nenhum é meio nulo pra mim. [2]

6. I Will Not Be Moved (Natalie Grant)

O clipe da Natalie Grant é uma mistura de Lady Gaga com Kelly Clarkson num clipe super bem feito e uma interpretação cheia de atitude.

7. Wait And See (Brandon Heath)

Enfim, um clipe mega criativo (ok, nem tanto) que mostra que Deus ainda não acabou sua obra em nós através de uma lente onde as pessoas são capazes de ver o seu futuro. Curti pacas os flashforwards e tive altos flashbacks.

8. I Wish (Point Of Grace)

Várias histórias (um pouco manjadas) mas, uma ótima produção e edição deixaram o clipe caprichado. O bacana de ver todos esses clipes é ver que poucos tinham um grande orçamento, mas conseguiram fazer trabalhos criativos e bem feitos ao invés de ir gravar numa praia e sair cantando entre as palmeiras tendo como inspiração os papéis de parede do Windows XP. Sim, a maioria dos clipes nacionais seguem esse briefing.

9. Mighty To Save (Michael W. Smith)

Michael W. Smith cantando ao vivo uma regravação da Tia Darlene. Não obrigado! Não aguentei sequer assistir o clipe todo.

10. Cinderella (Steven Curtis Chapman)

Clipe chatildo com uma criancinha dançando o tempo todo atrás, o que me pertubou bastante. E quando ela se junta com as amigas? Virou a "Barbie e as 12 princesas". Apaga a luz!

11. He Is With You (Mandisa)

Caraca! Vou ali downloadear o cd da Mandisa aka Mercedes! O clipe é a história exata do que se passa na música, é emocionante e bem feito. Realmente, um dos melhores pelo conjunto da obra.

12. Remedy (David Crowder Band)
* Não encontrei o clipe original na internet

Mais um clipe ao vivo da lista só que dessa vez é do cara né? David merece respeito e mesmo quando é puramente um clipe ao vivo ainda assim é cativante. PS: mesmo assim não assisti até o final.

13. What Life Would Be Like (Big Daddy Weave)

Clipe com criancinhas é meio apelativo né? E os caras cantando no... Ferro velho? E as imagens missionárias no Equador? O clipe mais WTH do ano... não entendi muita coisa. Depois você me explica?

14. Savior, Please (Josh Wilson)

* Não encontrei o clipe original na internet

Imagens do show do cara + ele cantando numa salinha. Parece que esses clipes foram meio que escolhidos aleatoriamente. Sorry.

... e esses foram os 25 pseudo melhores clipes do ano. Uns ótimos e pans, outros que mereciam estar de fora. Mas, tudo bem. O mundo não é perfeito né?

Até mais!

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Deus: o bom velhinho que sempre vem?

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Eu nunca fui tãããão apegado a todo esse lance de acreditar em Santa Claus aka Papai Noel mas, sempre fui ligado a toda tradição natalina: árvores de Natal, gastos além do orçamento, comida boa e por aí vai. Mas, quem não curte esse bom velhinho que sempre vem?

Pensa bem: todos os anos (pelo menos na sua infância) ele vem trazendo o presente que você tanto queria (e encheu a paciência dos seus pais pedindo). Ele entra escondido, deixa debaixo da árvore de Natal, sai e você nem precisa se dar ao trabalho sequer de agradecer (e ele nem fica ofendido). Ah! E não importa se você foi um bom ou mal menino afinal, todos nós sabemos que no Natal todo mundo ganha presente.

Ele é tido como um pai bondoso que faz as suas vontades sem a necessidade de um real relacionamento. Assim é ótimo, não é?

Sendo assim, será que nós não temos Deus como o nosso próprio bom velinho? Como aquele pai que você recorre na hora que tudo dá errado (sempre com jeitinho) e pedindo uma solução mais instantânea que o seu miojo? Quantas vezes usamos Deus apenas para pedir presentes mesmo tendo sido um mal menino? E ainda: queremos tudo sem ter um relacionamento!

Infelizmente poucos são os que sabem que esse relacionamento é muito mais valioso do que qualquer outra coisa nessa vida.

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